‘A única coisa que jogo é videogame’, diz Gabigol após ser detido em cassino clandestino

Gabigol concedeu uma entrevista ao jornalista Eric Faria, da TV Globo. Ele afirma que não jogou e foi apenas comer com os amigos
Por João Paulo Castro
Publicado em 14/03/21 às 16h12
gabigol cassino
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Manaus – O atacante Gabriel Barbosa (Gabigol), do Flamengo, foi detido na madrugada deste domingo (14) em um cassino clandestino de luxo, situado na rua Alvorada, bairro Vila Olímpia, área nobre na Zona Sul de São Paulo.

Gabigol estava acompanhado de alguns amigos, entre eles o MC Gui, no momento que a polícia chegou no local após denúncia anônima. Cerca de 200 pessoas estavam no estabelecimento.

Após a repercussão, o jogador concedeu uma entrevista exclusiva ao jornalista Eric Faria, da TV Globo, e deu detalhes sobre a ocorrência. Segundo ele, foi apenas comer no cassino e disse que só joga videogame.

“Não tenho costume de ir a cassino, a única coisa que eu jogo é videogame. Estava com meus amigos, fomos comer. Quando estava indo embora, a polícia chegou mandando todo mundo ir para o chão”, disse.

Na próxima segunda-feira (15) o elenco principal do Flamengo se reapresenta no Ninho do Urubu, no Rio de Janeiro, pensando na temporada 2021.

Gabigol reconhece o erro e disse que faltou sensibilidade em adentrar o cassino clandestino.

“Faltou sensibilidade da minha parte. Era meu último dia de férias, e estava feliz de estar com meus amigos. Faltou sensibilidade. Mas usei máscara, álcool gel”, reitera.

A entrevista completa com o atacante rubro-negro vai ao ar neste domingo durante o Fantástico.

Operação

O evento acontecia em meio à pandemia de covid-19 na capital e durante a fase vermelha do Plano São Paulo para conter a disseminação do novo coronavírus. Para evitar aglomerações, apenas serviços essenciais poderiam funcionar na cidade.

Agentes do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) do DOPE (Departamento de Operações Policiais Estratégicas), representantes do Procon e funcionários da prefeitura atuaram na fiscalização.

Os detidos foram encaminhados ao DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), onde assinaram um termo circunstanciado por crime contra a saúde pública e foram liberados.

Foto: Divulgação

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