terça-feira, 16 de agosto de 2022

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Antes de ser executada, promotora de vendas teve que cavar a própria cova

Amanda Albach, que tinha 21 anos e estava desaparecida há vinte dias
Foto: Facebook e Polícia Civil

A promotora de vendas Amanda Albach, que tinha 21 anos e estava desaparecida há 20 dias, foi encontrada, nesta sexta-feira (3), enterrada na praia de Itapirubá, em Imbituba, Santa Catarina. Um dos suspeitos alegou que obrigou a vítima cavar a própria cova antes da execução.

Amanda, que tinha uma filha de 2 anos, teve o último contato com a família no dia 15 de novembro, segundo o G1. No dia seguinte ela foi vista pela última vez no Beach club P12, em Jurerê Internacional, em Florianópolis.

 A jovem morava em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba, e foi para Santa Catarina comemorar o aniversário de uma amiga.

Enquanto esteve na região, a vítima ficou acompanhada de um casal e um homem, que seriam amigos dela e a hospedaram durante o feriado da Proclamação da República. O trio morava junto em Ibitubá.

O trio foi preso em Canoas, no Rio Grande do Sul, pela Polícia Civil de Santa Catarina, suspeitos de envolvimento com o crime.

Segundo o delegado Bruno Fernandes, responsável pela investigação, um dos suspeitos disse que o crime ocorreu momentos após a jovem fazer contato com a família, em 15 de novembro. Ele teria obrigado a jovem a fazer a própria cova antes de disparar duas vezes contra a vítima.

O delegado afirmou que a motivação vai ser apurada, mas já há uma hipótese preliminar. “Um dos investigados se sentiu incomodado porque Amanda teria contado sobre o envolvimento dele com tráfico de drogas e tirado uma foto da arma dele. Não gostou da situação e optou por tirar a vida dela”, disse Bruno Fernandes.

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