Canoa é recuperada pela PM no AM, após três meses do furto

Canoa
O suspeito de furto disse que a canoa estava descendo o Rio Solimões e decidiu pegá-la e passar adiante, no valor de R$ 100.
Por Edilânea Souza
Publicado em 11/07/20 às 10h17

Sabe aquele ditado popular que diz que menino, macaco e canoa só prestam amarrados?! Pois é, às canoas são um meio de transporte muito utilizado no Amazonas e se você tiver uma é melhor amarrá-la porque os ladrões estão à solta e ela pode ser furtada ou roubada a qualquer instante, e ainda assim não deu certo em um caso registrado no interior do Amazonas!

Isso foi o que aconteceu no município de Anamã, a 168 quilômetros de Manaus, no mês de abril, onde uma canoa foi furtada do porto da cidade. Na ocasião do furto não foi realizado o registro da ocorrência.

A canoa foi recuperada pelo 3° Grupamento de Polícia Militar (GPM), após denúncia do proprietário da canoa à Polícia, nesta sexta-feira (10).

De acordo com o comandante, tenente Everton Lima, o proprietário chegou quase chorando na delegacia dizendo que havia visto sua canoa na posse de outra pessoa. ,

O tenente disse ainda, que por causa de um assento diferente, colocado pelo proprietário é que a canoa foi localizada.

Na ocorrência, duas pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimento. O atual comprador indicou o nome do rapaz que havia lhe vendido a canoa, pelo valor de cem reais.

Já o suspeito de furto, disse que a canoa estava descendo o Rio Solimões e decidiu pega-la e passar adiante.

Ainda de acordo com o comandante, a vítima estava muito abalada, pois usa a canoa para sustentar sua família por meia da pesca. Todas as partes envolvidas foram encaminhadas ao 81° DIP para os procedimentos legais.

Os dois homens responderão em liberdade por não haver mais flagrante.

Leia mais: Para escapar de abusos, adolescente foge em canoa sem remo

Um adolescente de 13 anos fugiu em uma canoa sem remo de Codajás para Manacapuru (a 240 e 68 quilômetros de Manaus, respectivamente). Ele queria escapar de abusos cometidos pelo pai. O garoto passou três dias na canoa sem remo no rio Solimões. Ele viajou sozinho em destino à casa dos avós.

Ao saber do desaparecimento do menino, a mãe, que mora em São Paulo, entrou em contato com o Conselho Tutelar de Manacapuru. Quando chegou ao município, o adolescente contou que sofria abusos do pai e mostrou que foi agredido com um pedaço de madeira.

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