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13 de agosto, 2022

Cantora Márcia Fellipe pede desculpas após criticar a canonização de Irmã Dulce

A cantora Márcia Fellipe usou as redes sociais para pedir desculpas sobre declarações negativas relacionadas à canonização de Irmã Dulce que aconteceu no último domingo (13) pela Igreja Católica.

“Eu peço aqui desculpa. Não falei sobre religião, falei sobre o que a palavra nos diz. Muita coisa que a gente vê acontecendo no meio do mundo, ela é feita pelo homem. Assim, tem gente distorcendo que eu tenho intolerância a religião”, disse a cantora.

Considerada evangélica, Márcia Fellipe comentou em um post da TV Globo que falava sobre a canonização da freira baiana que aconteceu no Vaticano.

No comentário, a cantora disse “ajudar ao próximo sim! Mas não fez de nenhum ser humano ser ‘santa’. Santo, só o Senhor Jesus Cristo. Não se deixem enganar. Leiam a Bíblia. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.

Em poucos minutos o comentário gerou uma repercussão negativa nas redes sociais.

“Sua opinião e sua religião só vai até onde a do outro começa. Não precisa concordar, mas também não tem nenhuma necessidade de vir aqui criticar. Se lesse a bíblia, direito veria que que o próprio Jesus Cristo chama os seus a santidade!”, disse uma internauta.

Márcia Fellipe finalizou o pedido de desculpas dizendo “se botar o mundo todo, eu sou o pior ser humano, sou a mais pecadora de todas, mas eu tenho buscado e espero que eu possa nascer de novo em Cristo. Que isso fiquei claro pra todo mundo, não tenho intenção de ofender ninguém. Eu, que não sou nem subcelebridade, trabalho para sustentar meus filhos. Canto para sustentar minha casa. Eu não almejo ser renomada, ser isso ou aquilo. Quem trabalha comigo me conhece. Não tenho essa vaidade. Sou grata Deus por ele abrir as portas. Grato aos que vão aos meus shows”

Sobre Irmã Dulce

Irmã Dulce nasceu em Salvador no dia 26 de maio de 1914, ela ganhou notoriedade por realizar trabalhos em prol da população pobre, doente e socialmente excluídos. Ela chegou abrigar 70 pessoas doentes dentro de um galinheiro próximo de um convento na capital baiana.

Ela ficou conhecida como “anjo bom da Bahia”, em 1988 foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz pelo presidente da época, José Sarney, mas não ficou com o título.

No ano de 2012 foi eleita uma dos 12 maiores brasileiros de todos os tempos, uma pesquisa realizada pelo SBT para eleger a personalidade que mais contribuiu com o país.

Da Redação

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