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9 de agosto, 2022

Confira os pré-candidatos para governador do Amazonas

Dois outros políticos chegaram a anunciar entrar na disputa, mas acabaram desistindo de concorrer ao cargo
Amazonas
(Foto: Divulgação)

Manaus (AM) – Sete pré-candidatos confirmaram disputa do cargo de governador. Embora a maioria já tenham decido quem irão apoiar para presidente da república, alguns ainda não revelaram ou aguardam a decisão das siglas no âmbito nacional. A data do 1º turno das eleições será no dia 2 de Outubro.

Durante este período pré-eleitoral, os pré-candidatos estão procurando formas de firmar laços para declarar parceria aos presidenciáveis. Os elegíveis também têm buscado estabelecer apoio com lideranças regionais e ganhar tempo de televisão.

Confira, abaixo, um resumo dos pré-candidatos

Amazonino Mendes

Com 82 anos, Amazonino Mendes (Cidadania) tem um passado vasto na política. Já foi quatro vezes governador do estado, três vezes prefeito de Manaus e uma vez senador. Antes de migrar para o Cidadania, Amazonino foi filiado de nove partidos.

Carol Braz (PDT)

Quando o governador Wilson Lima deu início à gestão, Carol Braz, defensora pública de 42 anos, foi titular da Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), presidente estadual do Partido Social Cristão (PSC) no Amazonas e ex-integrante do Partido Social Cristão (PSC).

Depois de deixar a Sejusc, Carol se desvencilhou do PSC e se uniu ao PDT. Braz é a única mulher, entre seis homens, disputando a vaga para ocupar a cadeira no governo.

Eduardo Braga (MDB)

Atualmente senador pelo segundo mandato consecutivo, Eduardo Braga, de 61 anos, já foi duas vezes governador do Amazonas, uma vez prefeito de Manaus, deputado estadual e deputado federal.

Durante o segundo mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, Braga foi titular do Ministério de Minas e Energia.

Henrique Oliveira (Podemos)

Henrique Oliveira também tem certa bagagem no meio político. Foi vereador de Manaus, conquistou uma cadeira na Câmara Federal e foi eleito vice-governador do Amazonas na gestão do ex-governador José Melo, com quem foi cassado por abuso de poder e condenado a passar oito anos sem poder ser eleito. Entretanto, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) decidiu devolver os direitos políticos a Henrique. 

Em abril, Henrique Oliveira se filiou ao Podemos e assumiu a presidência regional da sigla. Ele também confirmou que é pré-candidato ao governo estadual.

Pré-candidato de 39 anos, Henrique ainda não se posicionou quanto a quem vai apoiar nas Eleições 2022. Segundo Oliveira, está aguardando a decisão do Podemos. 

Marcelo Amil (PSOL)

Também com 39 anos, Marcelo Amil participou das últimas eleições à prefeitura de Manaus, quando respondia pelo PCdoB. Porém, nos últimos dias, Amil deixou o partido e se uniu ao PSOL. Apesar do partido não ter batido o martelo, Amil é um forte dentro da sigla.

Além de advogado e ex-líder estudantil, Amil é defensor geral do Tribunal de Justiça Desportivo do Amazonas (TJD-AM) e chegou a concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados. Marcelo anunciou que apoiará para presidência do país, o ex-presidente Lula da Silva.

Ricardo Nicolau (Solidariedade)

Ex-deputado estadual por cinco mandatos, Ricardo Nicolau é diretor de um grupo hospitalar privado e já foi vereador de Manaus. O pré-candidato de 46 anos chegou a ser alçado à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) quatro vezes e também concorreu à Prefeitura de Manaus.

Embora tenha confirmado a pré-candidatura ao Governo do Estado, ainda não informou qual dos presidenciáveis terá seu apoio. 

Wilson Lima (UB)

O atual governador do Amazonas, Wilson Lima, vem dando indícios de que se arriscaria à reeleição, desde o início deste ano. Antes de entrar para o partido União Brasil (UB), Lima fazia parte do PSC.

A respeito de quem o atual governador de 46 anos, vai apoiar nas eleições para presidente do Brasil, o comitê do UB disse que deverá apoiar Luciano Bivar (UB). Em contrapartida, Wilson Lima declarou agir em consonância às diretrizes do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Quem ficou de fora

A lista de elegíveis não se limitava, inicialmente, a sete candidatos. Dois outros políticos chegaram a anunciar entrar na disputa, mas acabaram desistindo de concorrer ao cargo.

Entre os nomes desistentes, constam João Pedro (PT), que recuou com a candidatura devido a escolha do ex-presidente Lula, e Plínio Valério (PSDB), cuja candidatura foi rifada pela federação que uniu o PSDB com o Cidadania, que lançaram o nome de Amazonino Mendes.

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