Coronavírus: Andressa Urach reclama por não frequentar a igreja. “Absurdo”

A exemplo do presidente Jair Bolsonaro, ela também criticou prefeitos e governadores de cidades brasileiras sobre medidas no combate ao coronavírus.
Por joao.castro
Publicado em 26/03/20 às 05h28

Foto: Divulgação

A ex-dançarina Andressa Urach usou as redes sociais para fazer um desabafo sobre a proibição de cultos religiosos. Segundo ela, é um absurdo não poder ir à igreja “buscar Deus”.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um dos meios de evitar a propagação do coronavírus é suspender eventos com mais de 100 pessoas. Com isso, os cultos religiosos também foram suspenso para atender a recomendação.

“Nós estamos obedecendo em ficar em casa, mas é um absurdo tirar o nosso direito de ir e vir, absurdo tirar o meu direito de buscar a Deus na igreja”, disse Andressa.

A exemplo do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), ela também criticou prefeitos e governadores de cidades brasileiras sobre algumas medidas adotadas para combater o coronavírus.

“Absurdo o que esses governadores e prefeitos estão fazendo com o Brasil, eles vão quebrar o Brasil e o povo pra variar está cego”, falou.

Ela encerra o post dizendo que “os dias são maus e estão chegando ao fim como Jesus profetizou”.

Confira o post de Andressa

Polêmica

Em outra oportunidade, Andressa causou polêmica ao afirmar que as pessoas não vão morrer de coronavírus, mas sim, de fome.

“Desculpa gente, mas sinceramente? Acho um absurdo tudo isso! As pessoas não vão morrer com o coronavírus, elas vão é passar fome, depois que várias pequenas empresas quebrarem e a consequência de toda essa paralisação é: milhões de desempregados e presídios mais cheios…” , explica.

Dados

Em relatório apresentado na tarde desta quinta-feira (26), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o Brasil possui 2.915 casos confirmados de coronavírus e 77 mortes causadas pela doença.

Do total de mortes, 58 foram em São Paulo, nove no Rio de Janeiro, três no Ceará, três em Pernambuco, uma no Amazonas, uma no Rio Grande do Sul, uma em Santa Catarina e uma em Goiás.

Da Redação

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