Covid-19: ‘No que depender de mim e de Bolsonaro, vacina não será obrigatória’, diz Pazuello

"A vacina é grátis. Avacina, no que depender do presidente da República (Jair Messias Bolsonaro) e do Ministério da Saúde, ela será não obrigatória. No que depender, porque existem outros poderedes no país", disse Pazuello
Por Edilânea Souza
Publicado em 11/01/21 às 12h34
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Durante coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (11), em Manaus, o minsistro da Sáude general Eduardo Pazuello disse que no que depender do presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido), a vacina contra a Covid-19, prevista para começar a ser aplicada no Brasil a partir do dia 20 de janeiro, não será obrigatória.

“A vacina é grátis. Avacina, no que depender do presidente da República (Jair Messias Bolsonaro) e do Ministério da Saúde, ela será não obrigatória. No que depender, porque existem outros poderedes no país”, disse Pazuello.

Na coletiva o ministro ressaltou ainda, que 354 milhões já foram empenhados e defendeu a produção da vacina dentro do Brasil, devido as dificuldades de negociação, quantidade de entregas e preços.

“Ou nós fabricamos no Brasil ou nós vamos ter muita dificuldade de vacinar em massa o povo. Se somar todas as importadas nós não conseguimos vacinar uma cidade brasileira”, disse Pazuello.

Pazuello também disse que o Brasil não está atrasado na vacinação e alertou que a soma de todas as vacinas aplicadas em todo o mundo equivale a população do estado de São Paulo.

“A maior pressão do mundo é que o Brasil está atrasado. Somem quantas vacinas foram aplicadas no mundo, nos temos a tabela, sabe quanto dá no mundo, a cidade de São Paulo. Você imuniza uma grande cidade do país, o resto não. E Nós temos que ouvir que estamos atrasados porque a gente não comprou 500 mil doses da Pfzer, com essas pequenas cláusulas. Nosso programa será o maior programa de vacinação do mundo, porque o povo brasileiro já está adaptado e quer receber a vacina, o sistema já existe. Quando a gente distribuir, Rapidamente vai chegar na ponta, mas eu preciso que todo mundo seja imunizado”, ressaltou o ministro da Saúde.

A previsão para iniciar a vacinação no Brasil é dia 20 de janeiro, em curto prazo. Já em médio prazo, deverá acontecer entre 20 de janeiro a 10 de fevereiro e a longo prazo a partir de 10 de fevereiro.

“Todos os estados vão receber simultaneamente a vacina, no mesmo dia. A vacinação vai começar no Dia D, na hora H. No primeiro dia que chegar a vacina ou que a autorização for feita, no terceiro ou quarto dia a vacina já vai estar distribuída. A prioridade já está dada, a prioridade é o Brasil todo”, disse Eduardo Pazuello afirmando que o país será o que mais vai vacinar no mundo com cerca de 8 milhões de doses já negociadas com a .

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