terça-feira, 16 de agosto de 2022

Descoberta rara: pescador encontra lagosta azul 

Lagostas azuis são extremamente raras devido virem nessa cor uma vez a cada duas milhões. Descoberta foi feita no início deste mês
(Foto: Divulgação/Twitter)

Um pescador conseguiu fisgar uma lagosta azul em Portland, nos Estados Unidos, no início deste mês. A descoberta chamou a atenção de biólogos e de internautas nas redes sociais por se tratar de um animal extremamente raro. 

Segundo o Lobster Institute, da Universidade do Maine, uma a cada duas milhões de lagostas nascem na cor azul. O empreendedor em tecnologia médica e biotecnologia, Lars-Johan Larsson, informou pelo Twitter que o crustáceo exótico foi devolvido ao mar para seguir com seu desenvolvimento e reprodução.

As lagostas são classificadas como artrópodes, grupo que também inclui camarões, caranguejos e insetos. “Arthropoda” vem da palavra latina “arthro”, que significa articulado, e da palavra grega “poda”, que quer dizer pé. Por serem crustáceos invertebrados, as lagostas têm uma casca externa ou exoesqueleto bem resistentes. Além disso, não possuem nenhum esqueleto ou ossos internos.

As lagostas vivem em temperaturas de 15 e 18°C, no fundo do oceano. Mesmo habitando águas profundas, retornam sazonalmente à superfície mais quente. Além dos espécimes azuis, os animais também podem vir nas cores amarela ou branca e até mais de uma cor. Lagostas de quaisquer cores, com exceção das brancas, ficam vermelhas ao serem cozinhadas.

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