Escolas não conseguem conter piolho, imagina Covid-19, diz Bruno Covas

Bruno Covas
"Vocês imaginem em uma sala de aula, com 40 alunos, que até hoje as escolas não conseguiram segurar o piolho, como é que você vai conseguir segurar o vírus do coronavírus?" disse Covas
Por Edilânea Souza
Publicado em 11/08/20 às 03h30

Sem previsão para o retorno das aulas municipais da cidade de São Paulo, o prefeito da capital paulista, Bruno Covas disse que o retorno presencial poderá começar no dia 7 outubro, mesma data definida para o retorno pelo governo do estado, nos meses seguintes ou até em 2021.

Durante o anúncio, o prefeito fez uma declaração dizendo que não é possível controlar “nem piolho nas salas de aula”, imagina o coronavírus”.

“Vocês imaginem em uma sala de aula, com 40 alunos, que até hoje as escolas não conseguiram segurar o piolho, como é que você vai conseguir segurar o vírus do coronavírus? Enquanto a gente não tiver total tranquilidade de que é o momento apropriado, não é pressão do grupo A, não é o interesse do grupo B que vai definir a data de retorno às aulas”, disse.

O prefeito disse ainda que é necessário ter cautela com o retorno das crianças nas salas de aula.

“Nós estamos aqui analisando os dados para decidir com toda cautela, com toda tranquilidade. Nós estamos preparando a rede municipal para retomada, seja ela em outubro, novembro ou dezembro, ou no ano que vem”, disse Covas.

Bruno Covas também disse que a expectativa da prefeitura é que o município consiga entrar na quarta fase de abertura do Plano São Paulo na segunda quinzena de setembro. A quarta fase é a etapa Verde do plano de reabertura do estado, e prevê um menor número de restrições para a realização de atividades que envolvam aglomeração de pessoas.

Com informações CNN

Leia mais: Enquanto população reclama de preço de aplicativos, vereadores seguem calados na CMM

Calados

Desde a semana passada usuários do transporte por aplicativos reclamam das altas taxas que estão sendo praticadas na cidade de Manaus. O Portal Tucumã vem dando destaque as diversas denúncias que chegam na redação.

Enquanto a população reclama nas redes sociais, os vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM) seguem calados e preferem tocar em temas internacionais, como no caso da Lei do Aborto aprovada na França e que ganhou grande repercussão no Twitter, sendo um dos assuntos mais comentados até o momento.

Bruno Covas

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