Família acusa motorista de app de estuprar jovem de apenas 13 anos na zona Norte

(Foto: Reprodução) Mais um caso de estupro de vulnerável causa revolta em uma família, desta vez na Colônia Terra Nova, zona Norte de Manaus. A mãe e a avó de uma menina de 13 anos acusam um motorista de aplicativo, de 45, de ter forçado a menor a manter relações sexuais com ele no último […]
Por Raphael Sampaio
Publicado em 13/09/20 às 21h31

(Foto: Reprodução)

Mais um caso de estupro de vulnerável causa revolta em uma família, desta vez na Colônia Terra Nova, zona Norte de Manaus. A mãe e a avó de uma menina de 13 anos acusam um motorista de aplicativo, de 45, de ter forçado a menor a manter relações sexuais com ele no último domingo (6). O caso só foi descoberto após a menina ter apresentado sangramento na quarta-feira. Apesar da evidência, somente na sexta, dia 11, ela admitiu o ocorrido, já que teria sido ameaçada pelo suspeito.

Segundo a avó, que é mãe de criação da vítima, a violência sexual aconteceu na casa do agressor, localizada ao lado da residência onde a menina mora com a família. Casado com uma sobrinha da matriarca, o homem se aproveitou que a adolescente cuidava do filho do casal, de 10 meses para cometer o ato criminoso.

“A criança é muito apegada com a minha filha e por isso ela sempre cuida do bebê. No dia do estupro ela havia feito ele dormir e deitou ao lado do neném para evitar que ele caísse da cama. Quando estava quase pegando no sono, ele (o agressor) chegou abafando a boca dela. Ninguém viu por onde ele entrou, nem onde deixou o carro”, contou a responsável.

Segundo a avó, após a confirmação do ato por parte da neta, o homem chegou a assumir que tinha mesmo cometido o ato sexual, além de debochar da própria esposa, que também tem parentesco com a família. Ela afirma, ainda, que não é a primeira vez que ele comete esse tipo de crime. Outras pessoas que ele teria levado para trabalhar na casa também teriam sofrido assédio, incluindo uma sobrinha dela, de 18 anos.

Internação

Após apresentar sangramentos na quarta-feira (9), a menina foi levada pra uma unidade de saúde e encaminhada posteriormente ao Instituto da Mulher, onde recebeu atendimento. No próximo dia 16 a família deve se apresentar na Delegacia Especializada em Proteção a Criança e ao Adolescente (DEPCA) para registrar a ocorrência e, no dia 22, a menor deve passar por atendimento psicológico.

Raphael Sampaio

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