Funcionários da ‘Representação de Parintins’ não obedecem lei da prioridade, segundo denúncia

Uma mulher estava na fila para atendimento e questionou o porque do não cumprimento da lei e, ficou chocada com resposta.
Por Jhonata Lobato
Publicado em 06/07/20 às 06h37

A equipe do Portal Tucumã recebeu uma denúncia sobre o não cumprimento da lei de prioridade ao atendimento. O fato aconteceu na manhã desta segunda-feira (6) na sede da “Representação da Prefeitura Municipal de Parintins” em Manaus, localizada na rua das Ametistas, Nossa Senhora das Graças, zona Centro-Sul da capital.

Uma cidadã parintinense, que preferiu anonimato, contou para a nossa equipe que durante a espera por atendimento no espaço público, por volta das 10h30, uma aglomeração de pessoas tomou conta do lugar. Mas a situação mais chocante para ela teria sido a falta de respeito com os idosos que estavam no local.

Segundo a denunciante as pessoas de terceira idade estavam em pé, no lado de fora do estabelecimento, sem poder sentar nas cadeiras na parte interna da recepção.

“Questionei os funcionários públicos de lá e perguntei se os idosos não teriam prioridade de atendimento para saírem logo dali, um rapaz falou que ‘todos são prioridade’ e por esse motivo ninguém poderia passar na frente de ninguém”, contou a fonte anônima.

Quem tem prioridade?

Segundo a legislação (Lei 10.048/2000), exige o atendimento prioritário à pessoas com deficiência, idosos com idade igual ou superior a 60 anos, gestantes, lactantes, pessoas com crianças de colo e obesos em repartições públicas, empresas de serviços públicos e estabelecimentos financeiros.

Contraponto

Nossa equipe foi até a Representação de Parintins e conversou com um dos funcionários do local, que respondeu sobre a denúncia e negou qualquer ato de negligência ao público da terceira idade.

“Nós temos uma capacidade máxima na parte interna de 10 pessoas, nós priorizamos idosos, gestantes e deficientes físicos. Na parte da manhã, como tem muitas pessoas, nós colocamos um atendimento normal e uma prioridade”, contou o funcionário que preferiu não se identificar.

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