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11 de agosto, 2022

Garimpeiros ilegais no Amazonas podem ser condenados a 20 anos de prisão

O prefeito de Jutaí (AM), Pedro Macario Barbosa, é o principal suspeito de chefiar esquema criminoso de propina ilegal à garimpo
(Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Jutaí (AM) – A Polícia Federal (PF) informou que os suspeitos de envolvimento com o garimpo ilegal em Jutaí (a 750 quilômetros de Manaus) podem ser condenados a mais de 20 anos de prisão. Os suspeitos são alvos da Operação ‘Uaiara III’. Comunicado foi dado nesta quinta-feira (12).

A operação foi deflagrada na última quarta-feira (20), quando a polícia cumpriu 10 mandados de busca e apreensão e 10 medidas cautelares. As deflagrações aconteceram em Manaus e Jutaí, cujo prefeito, Pedro Macario Barbosa, é um dos investigados.

As apurações buscam desfazer uma quadrilha que atua na prática de garimpo ilegal. Além do garimpo, a organização criminosa também está envolvida em crimes como corrupção ativa e passiva e crimes ambientais.

Os agentes da PF agiram para que balsas com dragas de garimpo ilegal fossem destruídas, na região de Alto do Jutaí, a cerca de 400 km do município.

O prefeito Pedro Barbosa foi afastado do cargo e de funções públicas. As medidas cautelares também impuseram cassação de autorizações de garimpos de minério ilegal.

As autoridades apontaram que Pedro pode ser o líde do grupo criminosos que age naquela localidade. Acredita-se que o esquema use a Prefeitura de Jutaí e secretarias para cobrar propina dos garimpeiros que atuam ilegalmente. As apurações mostram que as propinas eram pagas em ouro ou dinheiro em espécie.

Ainda na manhã de quarta (20),  a irmã do prefeito foi presa após ser flagrada com posse de ouro ilegal.

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