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13 de agosto, 2022

Google de hoje (3) faz homenagem à ativista indígena brasileira Rosane Kaingang

Neste dia de 1992, na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, ela iniciou sua vida de serviço ao movimento indígena
Doodle faz homenagem a ativista indígena brasileira. Foto: reprodução

O Doodle de hoje celebra o espírito inabalável de Rosane Mattos Kaingang, uma ativista indígena brasileira que trabalhou incansavelmente para lutar pelos direitos indígenas. As informações são do InstoÉ.

Rosane Kaingang. Foto: Divulgação / Funai

Ela trouxe representação para a comunidade indígena e desempenhou um papel fundamental para ajudar o Conselho de Direitos Humanos (CNDH) a investigar violações de direitos contra indígenas brasileiros.

Neste dia de 1992, na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, sediada no Rio de Janeiro (ou Conferência Rio 92), ela iniciou sua vida de serviço ao movimento indígena.

Kaingang era descendente do povo Kaingang, etnia indígena originária principalmente dos estados do sul do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Seu nome indígena, Kokoj, significa “beija-flor”, e foi dado a ela durante uma cerimônia em homenagem à sua bisavó, que morreu aos 120 anos! Assim como seu nome, tudo o que ela mais tarde trabalhou estava fortemente enraizado em sua comunidade e herança.

Ela passou sua vida adulta lutando pelo reconhecimento de territórios legítimos, desenvolvimento comunitário sustentável e acesso a educação e serviços médicos de qualidade. Kaingang também foi fundamental para conscientizar as lutas das mulheres indígenas.

Como uma das fundadoras do Conselho Nacional de Mulheres Indígenas do Brasil (CONAMI), ajudou a criar uma estrutura para que as mulheres indígenas se organizassem e protestassem como um corpo maior.

Esses protestos exigiram um acesso mais amplo a recursos e direitos trabalhistas indígenas.

Kaingang também representou vários outros grupos de reforma social, com destaque para a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), a Articulação dos Povos Indígenas do Sul (ARPINSUL) e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI). Ela participou de dezenas de reuniões, seminários, audiências e esforços de mobilização que defendiam um futuro mais justo para os indígenas brasileiros.

Kaingang é lembrada por sua dedicação e amor à comunidade indígena – uma verdadeira guerreira que nunca se calou diante da injustiça e da adversidade.

*Com informações de InstoÉ

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