Mesmo com a pandemia, demanda no setor imobiliário teve alta de 70% no AM

Confira como o mercado imobiliário se manteve em alta.
Por redacao
Publicado em 28/05/20 às 12h27

O mercado imobiliário teve que se reinventar em meio a uma crise ocasionada pelo novo coronavírus. Apesar disso, as vendas de imóveis no Amazonas continuam sendo realizadas por feirões pela internet.

Segundo pesquisa feita pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), se comparados ao mesmo período do ano passado, os números do primeiro trimestre mostram um crescimento do setor. No primeiro trimestre do ano passado, o mercado imobiliário do Estado faturou R$ 120 milhões, já nos três primeiros meses deste ano a soma foi de R$ 205 milhões, um aumento de 70,83% nas unidades vendidas.

Das vendas no primeiro trimestre de 2020, 546 foram do padrão econômico, 224 nos demais padrões verticais, 59 em unidades horizontais e 9 unidades comerciais. Em relação as vendas dos bancos, foram vendidas 9 unidades do padrão econômico e 39 unidades dos demais padrões verticais, 4 unidades horizontais e 6 unidades comerciais. As vendas líquidas das unidades residenciais verticais, comerciais e horizontais totalizaram 838 unidades.

Observa-se que entre o período do 2º trimestre de 2016 até o 4º trimestre de 2017, foram lançados na cidade de Manaus 6 empreendimentos, com um total de 2.490 unidades. A partir do 2º trimestre de 2018 o número de lançamentos se intensifica, fechando o 1º trimestre de 2020 com 17 empreendimentos lançados, com um total de 5.640 unidades.

Os Bairros que representaram juntos 58,2% das unidades vendidas nos três primeiros meses de 2020 foram respectivamente: Tarumã, Lírio do Vale, Lago Azul, Ponta Negra, Parque Mosaico e Alvorada.

Em 2019

O mercado imobiliário comemorou o fechamento de 2019 com crescimento de 35% nas vendas. No ano passado a indústria imobiliária local faturou cerca de R$ 814 milhões em vendas de imóveis, em comparação ao ano de 2018 que foi R$ 603 milhões, e em 2017 R$ 517 milhões.

Para este ano a projeção otimista do setor para o Amazonas era de 23%, ou seja, um faturamento de R$ 1 bilhão. O presidente da Ademi, Albano Maximo, acredita que o cenário atual é incerto.

“Se verifica que o faturamento no trimestre, que foi de R$ 205 milhões supera o do ano passado de R$ 120 milhões. Há que se pesar que nos últimos meses do ano passado tivemos uma média de vendas perto de 100 milhões.   A Caixa Econômica Federal tem agido com muita agilidade, contornando os problemas decorrentes do isolamento e facilitando os trâmites burocráticos de medições e de contratação, o que tem ajudado bastante o setor. Esperamos uma queda com relação ao ano passado, contudo isso ainda não se configurou nos números obtidos até aqui”, comentou.

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