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10 de agosto, 2022

MPAM apura possíveis irregularidades em clínica veterinária da Universidade Nilton Lins

O Ministério Público do Estado do Amazonas abriu um inquérito civil para investigar possíveis irregularidades na clínica veterinária da Universidade Nilton Lins, localizada na avenida Professor Nilton Lins, conjunto Parque das Laranjeiras, bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

De acordo com uma denúncia entregue ao ministério, a clínica estaria funcionando em condições físicas e sanitárias precárias, colocando em risco os animais que são atendidos no local, além de prejudicar o andamento das aulas práticas dos alunos.

O inquérito é fruto de uma parceria com a 18ª Promotoria de Justiça Especializada na Proteção e Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Histórico, foi assinada pelo promotor de justiça Francisco de Assis Aires Argüelles.

A decisão pode ser encontrado no Diário Oficial do órgão que foi divulgada nesta quinta-feira (07).

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determina que os estabelecimentos de serviços de saúde devem se responsabilizar com o zelo do local, obedecendo os critérios técnicos, a legislação ambiental e as normas de coleta e transporte dos serviços locais de limpeza urbana.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Amazonas (CRMV) deve fazer uma vistoria na clínica para averiguar as possíveis irregularidades. Caso a instituição não tome as devidas providências, deve sofrer punições previstas em lei.

Histórico

Os problemas com a infraestrutura da clínica não é algo recente. Formado em 2018, um ex-aluno da instituição, que preferiu não ser identificado, disse que os problemas no local já atrapalhou as aulas práticas dos estudantes.

“A clínica já estava bem maltratada na minha época, sempre tinha um problema ou outro. Tivemos poucas aulas na clínica devido à má qualidade do ambiente. O professor sempre evitava aula prática”, disse.

Ainda segundo ele, “o descaso da universidade com o local é horrível”.

Resposta

A instituição foi procurada pela reportagem do Portal Tucumã, mas até o fechamento desse material, não respondeu nossa solicitação de resposta.

Por João Paulo Castro

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