Pai de Marcinho, ex-Botafogo, confirma que filho conduzia o carro em atropelamento de casal

o pai de Marcinho afirmou que o filho andava em baixa velocidade e não estava alcoolizado no momento do acidente que matou um homem e deixou uma mulher gravemente ferida.
Por Henrique De Mesquita
Publicado em 04/01/21 às 13h38
Pai de Marcinho, ex-Botafogo, confirma que filho conduzia o carro em atropelamento de casal
Pai de Marcinho, ex-Botafogo, confirma que filho conduzia o carro em atropelamento de casal

Sérgio Lemos de Oliveira, pai de Marcinho, ex-Botafogo, confirmou em depoimento prestado na 42ª delegacia da Polícia Civil na manhã desta segunda-feira que o filho conduzia o veículo que atropelou um casal na última quarta-feira, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, saindo sem prestar socorro.

No depoimento, o pai de Marcinho afirmou que o filho andava em baixa velocidade e não estava alcoolizado no momento do acidente que matou um homem e deixou uma mulher gravemente ferida.

Os professores Alexandre Silva de Lima e Maria Cristina José Soares tentavam atravessar a rua quando foram atropelados por um Mini Cooper. Alexandre morreu na hora. Maria Cristina foi internada em estado grave no Hospital Lourenço Jorge, posteriormente transferida para o Hospital Vitória, onde se recupera de uma cirurgia realizada no último domingo.

O pai de Marcinho e o jogador chegaram por volta de 11h à delegacia. O advogado Gabriel Habib, que representa os dois, chegou à delegacia no Recreio aproximadamente uma hora antes dos clientes, conversou com o delegado Allan Luxardo responsável pela investigação do caso e cumprimentou Márcio Albuquerque, advogado das vítimas. Nenhum deles falou com a imprensa.

O jogador se manifestou na última sexta-feira através de sua assessoria de imprensa e afirmou “sentir muito pelo ocorrido”.

Sem mais dúvidas

O delegado destacou o fato de não haver mais dúvidas de quem era o condutor do veículo no momento do atropelamento, mas disse aos jornalistas que não pode tirar outras conclusões no momento.

– “Houve fuga, isso eu não vejo como sendo diferente. E isso tudo vai ser levado em consideração no inquérito policial. Houve uma situação grave, uma saída do local”, afirmou o delegado, que vai ouvir mais testemunhas entre terça e quarta-feira.

Marcinho se manifestou na última sexta-feira por meio de sua assessoria e disse que estava dando “suporte necessário aos envolvidos”.

“A família do atleta sente muito pelo ocorrido e está dando todo suporte necessário aos envolvidos. O pai do lateral, Sérgio de Oliveira, prestará depoimento, assim como o atleta, durante os próximos dias, de forma exclusiva às autoridades“, disse.

Advogado que representa as vítimas, Márcio Albuquerque nega que que tenha havido qualquer tipo de suporte às vítimas.

Com informações via Yahoo/Globo Esportes
Foto
: Divulgação

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