Parlamentares defendem Zona Franca de Manaus

Wilson Lima destaca que a ZFM é fundamental para à sobrevivência econômica do Estado e que não temos como substituir de imediato esse modelo econômico.
Por Edilânea Souza
Publicado em 09/03/20 às 03h36
Wilson Lima e Davi Alcolumbre

O governador do Amazonas, Wilson Lima, receberá uma comitiva do Senado Federal ao para discutir a Reforma Tributária e conhecer o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM). Entre a comitiva, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o relator da Comissão Mista da Reforma Tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Além da bancada amazonense federal.

Wilson Lima destaca que a ZFM é fundamental para à sobrevivência econômica do Estado e que não temos como substituir de imediato esse modelo econômico. “Teremos uma reunião de trabalho para tratar dessas questões da Zona Franca de Manaus, que são fundamentais para a sobrevivência econômica do nosso Estado. Nós não temos nenhum modelo, a curto ou médio prazo, que possa substitui-la, destaca o governador.

Defesa da ZFM

Parlamentares da Câmara Municipal de Manaus (CMM) saíram em defesa da Zona Franca de Manaus (ZFM), na manhã desta segunda-feira (9), durante sessão plenária da casa. Os vereadores estavam se manifestando contra a declaração feita pelo presidente Jair Bolsonaro, na semana passada, em criar uma Zona Franca no estado do Pará.

O vereador Elias Emanuel (PSDB), diz que não consegue entender como seria esse modelo na ilha do Marajó. “Se a gente tiver uma Zona Franca no Marajó, e ele pediu publicamente ao ministro da Economia que viabilize estudos para implantação no Marajó, nós vamos simplesmente acabar. Porque com a ZFM na entrada norte do Rio Amazonas, quem é que vai meter navio para trazer componentes e depois levar aquilo que é produzido na Zona Franca de Manaus, para o reso do País e para o Mundo”, destaca o parlamentar.

Outro parlamentar que saiu em defesa da ZFM, foi o vereador Sassá da Construção Civil (PT), que pediu ao povo para ir para às ruas no dia 15 de março, em defesa da ZFM e dos empregos que ela proporciona na cidade de Manaus, e não por “partido A ou B”, ressaltou Sassá.

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