Saiba o que polícia acredita o que aconteceu entre delegado e namorada

O caso ainda continua em investigação, mas já há alguns indícios. VEJA:
Por Thiago Eduardo
Publicado em 22/05/20 às 12h34

A Polícia Civil do Estado de São Paulo classificou a morte da namorada do delegado Paulo Bilynskyj, Priscila Delgado, como suicídio. Em nota divulgada nesta quinta-feira (21/05), a corporação cita que o caso também é investigado como tentativa de homicídio.

A versão de Bilynskyj endossa que Priscila atirou contra ele, na manhã dessa quarta-feira (20/05), após ler mensagens no celular dele. De acordo com o delegado, ela efetuou seis disparos contra ele e depois deu um tiro em si mesma.

O policial e professor do Estratégia Concursos foi atingido na perna e no abdômen. Ainda de acordo com o Bilynskyj, o porteiro do prédio o encontrou no elevador após ele sair do apartamento para pedir socorro.

Os policiais militares acionados por vizinhos encontraram Priscila caída na sala do apartamento, ainda com vida. Ela foi encaminhada para o Hospital Green Line, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a perícia, a namorada do delegado possuía pólvora em suas mãos. Os peritos não retiraram o material do policial para exame porque ele já estava em cirurgia. Até o momento, não há indícios de que o delegado teria disparado.

O caso é investigado pelo 1º DP de São Bernardo do Campo e a Corregedoria Auxiliar do Demacro também acompanha as investigações. As equipes ainda analisam as imagens das câmeras de segurança do local e realizam a oitava de testemunhas.

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