Wilson Witzel repudia ataque à sede da produtora do Porta dos Fundos

O governador do Rio, Wilson Witzel, afirmou que repudia o ataque à sede da produtora do canal de vídeos Porta dos Fundos e “toda forma de violência ou intolerância”. Ele pediu mais velocidade nas investigações. As declarações foram feitas nesta quinta-feira (26). “Queremos, no prazo mais rápido possível, encontrar quem são os autores dessa espécie […]
Por João Paulo Castro
Publicado em 26/12/19 às 09h35

O governador do Rio, Wilson Witzel, afirmou que repudia o ataque à sede da produtora do canal de vídeos Porta dos Fundos e “toda forma de violência ou intolerância”. Ele pediu mais velocidade nas investigações. As declarações foram feitas nesta quinta-feira (26).

“Queremos, no prazo mais rápido possível, encontrar quem são os autores dessa espécie de atentado e dar imediatamente à sociedade as respostas necessárias. Nosso governo é contra qualquer manifestação de violência contra quem quer que seja.”

A produtora do canal Porta dos Fundos foi alvo de atentado na madrugada de terça-feira (24), véspera de Natal. Localizada no Humaitá, na zona sul do Rio, a sede da empresa teve a fachada atingida por coquetéis molotov. Em vídeo divulgado em redes sociais, pessoas mascaradas de 1 suposto Comando de Insurgência Popular Nacionalista da Grande Família Integralista Brasileira assumiram a autoria.

Polícia investiga suposto grupo ‘integralista’, que publicou vídeo assumindo a autoria do ataque ao Porta dos Fundos.
Foto: Reprodução

O secretário da Polícia Civil, Marcus Vinícius Braga, que comanda as investigações do caso, descartou a possibilidade do crime ser tipificado como “terrorismo”. “Estamos investigando o crime como explosão e tentativa de homicídio, já que havia um segurança dentro da produtora”, afirmou ao jornal O Globo.

O Porta dos Fundos é alvo de ataques nas redes sociais nas últimas semanas desde a divulgação do Especial de Natal, exibido pela Netflix. No especial, os humoristas satirizam Maria e Jesus, retratado no filme como 1 homossexual. Isso despertou a ira de grupos religiosos.

Políticos também criticaram a gravação. A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara chegou a aprovar, em 17 de dezembro, 1 requerimento convidando a Netflix a prestar esclarecimentos sobre a produção.

Por Poder 360

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